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COMPUTAÇÃO SIMBIÓTICA BIOMIMÉTICA E A ARQUITETURA HOLOGRÁFICA DA CONSTRUÇÃO DA REALIDADE 2.0: FUNDAMENTOS TEÓRICOS, FORMALIZAÇÃO MATEMÁTICA E VALIDAÇÃO EXPERIMENTAL

Muriel Fernandes

Revista Tópicos. April 5, 2026 DOI: 10.70773/revistatopicos/775366938 via OpenAlex

Summary

AI-generated from the abstract

A new field called Symbiotic Biomimetic Computing (CSB) is proposed, grounded in the Holographic Architecture of Reality Construction 2.0 (AHCR 2.0). CSB mimics functional brain processes to create bidirectional biological-computer interfaces, moving beyond current hardware-centered brain-computer interfaces. A core equation quantifies a biological system's cognitive-symbolic state in real time. A low-cost ecosystem (NeuroMuse™) implements CSB for $600, versus $30,000–$50,000 for invasive alternatives. An experimental validation using vaporized DMT showed a +47% increase in gamma power (30–100 Hz), a peak index of 1.67, neural coherence of 0.65, and 100% IoT match rate over three symbolic collapse events with 820 ms average latency. Results confirm four falsifiable predictions of AHCR 2.0, positioning CSB as a rigorous, accessible approach to studying consciousness and developing next-generation BCIs.

Study at a glance

Characteristics Experimental validation Peer reviewed
Intervention N-dimetiltriptamina (DMT) vaporizado
Keywords Headset Field mathematics Work physics Productivity Computer science
Key finding The experimental validation using vaporized DMT demonstrated a +47% increase in gamma power, a peak index of 1.67, neural coherence of 0.65, and 100% IoT match rate across three symbolic collapse events, confirming the four falsifiable predictions of AHCR 2.0.

Abstract

O presente artigo propõe a formalização da Computação Simbiótica Biomimética (CSB) como campo científico emergente, fundamentado na Arquitetura Holográfica da Construção da Realidade 2.0 (AHCR 2.0). A CSB é definida como o conjunto de princípios, métodos e tecnologias que imitam o funcionamento funcional do cérebro humano para criar interfaces bidirecionais entre domínios biológicos e computacionais, superando o paradigma hardware-centrado dominante nas interfaces cérebro-computador (BCIs) contemporâneas. O núcleo teórico da proposta é a Equação dos Mátimos, M(Ψ,t) = cos(Φ(t)) + 1 − ∫₀ᵗ dτ ⟨Ψ(τ)|i[Ĉ,Î]|Ψ(τ)⟩, que quantifica o estado cognitivo-simbólico de um sistema biológico em tempo real no intervalo [0, 2]. O ecossistema tecnológico NeuroMuse™, composto pelo algoritmo CitronCore™, o sistema operacional MentraOS™, o headset Muse 2, o dispositivo IoT LIFX e os óculos de realidade aumentada Even G1, implementa a CSB com custo total de USD 600, em contraste com os USD 30.000–50.000 das abordagens invasivas concorrentes. A validação experimental, conduzida por meio do Protocolo Changa-01 com N-dimetiltriptamina (DMT) vaporizado, demonstrou aumento de +47% na potência gama (30–100 Hz), índice M(Ψ,t) de pico igual a 1,67, coerência neural PLV κ = 0,65 e taxa de correspondência IoT de 100% em três eventos de colapso simbólico, com latência média de 820 ms. Os resultados confirmam as quatro previsões falsificáveis da AHCR 2.0 e posicionam a CSB como uma alternativa científica rigorosa e tecnologicamente acessível para o estudo da consciência e o desenvolvimento de BCIs de nova geração.

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