Aspectos (de)colonialidade e epistemologia ecológica com ênfase no não Humano (Ayahuasca): discursos e emancipação

Research Society and Development  – March 19, 2020

Source: OpenAlex

Summary

Decoloniality and ecological epistemology challenge dominant scientific thought by emphasizing non-human perspectives. Drawing from a bibliographic study and class discussions in a master's program focused on anthropic studies in the Amazon, the analysis incorporates insights from thinkers like Enrique Dussel and Boaventura de Sousa Santos. It highlights the need to transcend colonial knowledge production, advocating for an "ecology of knowledges" that includes non-humans as knowledge bearers. This shift fosters critical reflections on dismantling hegemonic narratives rooted in European thought, promoting environmental sustainability and inclusivity in education.

Abstract

O artigo analisa decolonialidade e epistemologia ecológica com ênfase no não humano como emancipação do pensamento científico hegemônico. Metodologicamente, o artigo resulta de uma pesquisa bibliográfica e de discussões durante a disciplina Epistemologia, no curso de mestrado em estudos antrópicos na Amazônia. Tem como fontes principal a bibliografia de Enrique Dussel e Boa Ventura de Sousa Santos, com análise baseada na narrativa sistemática bibliográfica. Teoricamente, inspira-se nos estudos de João Batista Santiago Ramos acerca da utopia do humano, restringindo este texto à noção de ecologia de saberes na perspectiva antrópica como uma necessidade de superação da perspectiva colonialista de produção do conhecimento, e com isso, promover reflexões sobre a desconstrução dos discursos e práticas hegemônicas advindos da Europa. Pode-se entender que é necessário estender os olhares para além das culturas, incluindo o ponto de vista dos não humanos e ainda os incluir como sujeitos do conhecimento, contrapondo este dualismo ontológico da ciência moderna.

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