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Aspectos (de)colonialidade e epistemologia ecológica com ênfase no não Humano (Ayahuasca): discursos e emancipação

Gleibson Do Nascimento Silva, Carlos José Trindade Da Rocha, João Batista Santiago Ramos

Research Society and Development March 19, 2020 DOI: 10.33448/rsd-v9i5.2693 via OpenAlex

Summary

AI-generated from the abstract

The article analyzes decoloniality and ecological epistemology, emphasizing the non-human as a means of emancipation from hegemonic scientific thought. Based on a bibliographic research and discussions from a master's-level epistemology course on Amazonian anthropic studies, it draws primarily on Enrique Dussel and Boaventura de Sousa Santos, with analysis via systematic bibliographic narrative. Theoretically inspired by João Batista Santiago Ramos's work on human utopia, it focuses on the notion of an ecology of knowledges from an anthropic perspective as necessary to overcome colonialist knowledge production. It argues for extending perspectives beyond human cultures to include non-humans as subjects of knowledge, countering modern science's ontological dualism.

Study at a glance

Characteristics Theoretical or philosophical paper Peer reviewed
Keywords Humanities Philosophy Sociology
Citations 1
Key finding Extending perspectives to include non-humans as subjects of knowledge is necessary to overcome the colonialist dualism of modern science.

Abstract

O artigo analisa decolonialidade e epistemologia ecológica com ênfase no não humano como emancipação do pensamento científico hegemônico. Metodologicamente, o artigo resulta de uma pesquisa bibliográfica e de discussões durante a disciplina Epistemologia, no curso de mestrado em estudos antrópicos na Amazônia. Tem como fontes principal a bibliografia de Enrique Dussel e Boa Ventura de Sousa Santos, com análise baseada na narrativa sistemática bibliográfica. Teoricamente, inspira-se nos estudos de João Batista Santiago Ramos acerca da utopia do humano, restringindo este texto à noção de ecologia de saberes na perspectiva antrópica como uma necessidade de superação da perspectiva colonialista de produção do conhecimento, e com isso, promover reflexões sobre a desconstrução dos discursos e práticas hegemônicas advindos da Europa. Pode-se entender que é necessário estender os olhares para além das culturas, incluindo o ponto de vista dos não humanos e ainda os incluir como sujeitos do conhecimento, contrapondo este dualismo ontológico da ciência moderna.

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